Eu uso na limpeza do chão aspirador, mas quando tenho as crianças a dormir, não o ligo, e aí costumo usar a mopa.
Hoje acordei cedo, miúdos a dormir e chão a fazer confusão à cabecinha, pego na mopa e foi então, que me lembrei que não tinha panos para pôr na dita cuja.
Entre ficar chateada e quieta, mexi-me e pus em prática uma dica que tinha visto numa revista.
Coloca-se então, uma meia de vidro usada na vassoura e passa-se pelo chão, o pó e o cotão que está no pavimento adere à meia sem espalhar poeira, ficando limpo... gostei!
Essa dica digo já, que resulta, e sou menina para poupar uns euros e deixar de comprar paninhos para a mopa.
Pessoalmente não gosto deste ditado popular, mas consigo compreender o seu alcance, claro.
O que está em foco no post de hoje, é a partilha de tarefas domésticas com os nossos "piquenos".
Faz alguns anos recebi, juntamente com os descontos do Continente, um destacável com dicas de tarefas divididas por três faixas etárias. Essas dicas, eram não mais, do que sugestões de tarefas domésticas pelas várias idades.
Cá em casa fiz algumas adaptações, tanto em termos de tarefas como de etapas, mas no fundo o que se quer, é que todos colaborem para o mesmo fim. Que é, ter mais tempo para estarmos juntos e desfrutarmos uns dos outros.
Assim, como não esquecer a tal tentativa de responsabilização e colaboração desde tenra idade.
Desde já digo que não é fácil, pormos os miúdos a fazer tarefas domésticas. Para eles não é a coisa mais engraçada de se fazer, mas nós como adultos, temos que os sensibilizar e redirecionar-lhes a energia, afim de tornar as tarefas divertidas e não obrigações chatas.
Eis o destacável:
Tarefas dos 3 aos 6 anos:
Tarefas dos 7 aos 11 anos:
Tarefas dos 12 aos 17 anos:
Como disse não é fácil. Para nós pais, também é uma tarefa diária e permanente, mas é uma forma de os preparar de algum modo, para uma vida futura mais independente e autónoma... e partilhando tarefas hoje, também nos tira fardos amanhã!
À terceira foi de vez. Foi no último dia, mas lá conseguimos, ver o espectáculo multimédia projectado no Arco da Rua Augusta e nos edifícios que ladeiam o arco.
Valeu a pena todas as tentativas de ir à Praça do Comércio em Lisboa.
As fotos é que não têm muita qualidade, mas foi o que se pode arranjar.
Arco da Rua Augusta de cara lavada, visto pela Rua Augusta:
Arco da Rua Augusta visto pelo Terreiro do Paço e dá para perceber as cabeças das pessoas lá em cima no Arco:
Aqui uma das fotos quase do início do espectáculo:
Foto do final e onde está representado a maioria dos nossos ilustres:
Venham mais iniciativas destas. Não se paga para ver. Junta centenas de pessoas portugueses e não só, portanto é bom também para o turismo interno e nós gostamos de apreciar, acabando por ser uma iniciativa diferente e que até dá para aprender, nem que seja para despertar a curiosidade sobre a nossa história.
Espero filhos, que vos fique na memória... pelo menos a mãe e o pai, caramba, bem que tentamos!
...fomos a um dos parques mais bonitos e cativantes da cidade de Lisboa. É um espaço amplo, as crianças têm vários equipamentos para brincar e os adultos têm um espaço muito agradável para passar um bom bocado.
É o Parque Recreativo do Alto da Serafina integrado no Parque Florestal do Monsanto.
Aconselho vivamente a irem com as crianças, sozinhos, acompanhados.
Estive a ver o trailer d' "A Gaiola Dourada" e então lembrei-me, de fazer este post dedicado à demolha do bacalhau.
Fiel como poucos, o bacalhau é um dos mais versáteis da gastronomia lusa. Estes conselhos foram dados há uns anos, por uma senhora peixeira:
√ Depois de cortado em postas (eu peço sempre no sítio onde compro, para o cortar às postas), fazer uma limpeza das espinhas superficiais e barbatanas;
√ Depois para retirar o excesso de sal, pôr o bacalhau debaixo da água corrente;
√ Em seguida, pôr o bacalhau de molho, completamente coberto por água e com a pele virada para cima e tentar não pôr postas umas por cima de outras. O processo da demolha deve ser feito no frigorífico, mas como é difícil por uma questão de espaço, vá pondo gelo para arrefecer a água, pois a água da demolha deve ser fria, para evitar bactérias.
√ O tempo necessário para a demolha, é variável consoante a grossura das postas, e pode levar até 3 dias. Assim:
bacalhau miúdo e corrente (postas finas) - 24 a 30 horas e trocar a água 3 vezes por dia;
bacalhau crescido (postas médias) - 30 a 36 horas e trocar a água 3 vezes por dia;
bacalhau graúdo e especial (postas grossas) - 36 a 42 horas e trocar a água 3 vezes por dia;
bacalhau desfiado - 4 a 6 horas costuma ser suficiente, e trocar a água pelo menos 1 vez, mas vá provando, pois o desfiado perde o sal rapidamente.
Para ter a certeza que está no ponto de sal, tire uma das postas mais grossa, passar por água e retirar uma lasca do meio da posta e provar.
√ Se pretende congelar o bacalhau depois de demolhado, enxugue-o bem com um pano, apertando-o levemente. Pincele as postas ligeiramente com azeite para impedir a desidratação pelo frio. Guarde em sacos ou num recipiente próprio para congelação e congele.
√ Não é aconselhável trocar a última água até cerca de duas horas antes de começar a cozedura. Se o sal desaparecer demasiado depressa, a água não tem tempo de reintegrar o bacalhau e chega mesmo a produzir o efeito contrário, retirando mais água do que a necessária e deixando o bacalhau ressequido, sobretudo se a água da demolha for dura.
E aqui estão algumas dicas, que espero sejam úteis. A mim tem sido. Parece uma tarefa chatinha, mas quando o estamos a saborear, esqueçemos o trabalho.