A mentira da verdade de cada história
Há muitas maneiras de contar uma história, várias formas de a ouvir e outras tantas de a escutar.
Não perguntes muito... para não ouvires muitas mentiras...
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Há muitas maneiras de contar uma história, várias formas de a ouvir e outras tantas de a escutar.
Não perguntes muito... para não ouvires muitas mentiras...
(imagem retirada da net)
A razão deste post surge por ter encontrado uma antiga colega de trabalho. Já não a via há cerca de três anos.
Encontrámo-nos por acaso no centro comercial. Disse à V. que a achava um pouco em baixo e perguntei-lhe o porquê, ao que a V. respondeu que estava com a sua auto-estima de rastos e procurava constantemente a aprovação, tanto no trabalho como na sua vida no geral, por parte de toda a gente, o que, a estava a afectar profundamente.
O ar desgastado da V. fez-me reflectir.
Normalmente todos gostamos que gostem de nós e à partida gostamos de nos dar bem com toda a gente. Claro que há excepções, há os que "não estão nem aí".
A indiferença ou a frieza dos outros, magoam, incomodando no início, mas conseguimos dar a volta a tal, e seguir com a nossa vidinha em frente. Outra coisa bem diferente é a constante busca de aprovação por parte dos outros, condicionando o nosso “eu” e a maneira como nos relacionamos com os outros, seja da roda profissional, seja do nosso círculo pessoal. Demonstrativo sem dúvida de uma baixa auto-estima e se não se tiver cuidado, aniquilar o restinho dela.
Não podemos estar à espera de aprovação alheia para reconhecer o nosso valor. Corremos o risco de nos anularmos em busca da constante aprovação. Pensar e agir segundo o que achamos que os outros esperam de nós, faz com que nos esquecemos de quem somos na realidade.
Não se pode deixar que a opinião dos outros, sobre nós, seja mais importante do que a nossa! Não podemos levar uma vida, seja ela qual for, com receio constante da opinião dos outros por medo de rejeição.
Medos, inseguranças, falhas, qualidades virtuosas e tantas outras, fazem parte de nós. É o que nos torna humanos. Mas não faz sentido, pensarmos que precisamos da aprovação de todos os outros, para nos sentirmos bem.
Já o ditado popular dizia que não se pode agradar a gregos e troianos. É humanamente impossível e até matematicamente deve ser difícil.
Querida V. espero que encontres o equilíbrio na tua vida. Qualquer relacionamento é construído de perdas e ganhos, de aceitações e rejeições. Não te deves sentir rejeitada quando alguém te critica, pensa apenas, que encontraste alguém da “metade errada”…
Filho Pequeno desapareceu por breves momentos da minha vista cá em casa. Chamo, chamo até que oiço uma voz vinda do exterior da casa:
- Estou aqui mãe... estou aquiiii!!!
Saio para o exterior e lá está, Filho Pequeno encharcado, mas mesmo encharcado que nem um pinto. Quando me vê diz:
- Mãe não te preocupes, tenho tudo controlado. Estou a jogar à apanhada com a água! [da rega automática]
Sai-me um grito, e ele volta a dizer:
- Mãe nao te preocupes... tenho tuuudo controlado! [com voz arrastada e semicerrando os olhos]
Alguém me explique como é que uma criança de quatro anos tem a sua vidinha controlada?!
(imagem retirada da net)
Cá em casa de há um tempo a esta parte, optámos por pôr em prática pequenos gestos mas que se têm revelado em grandes ganhos, financeiros e não só.
Ajudou-nos acima de tudo, a compreender onde gastamos o nosso dinheiro mensalmente. É essencial fazer uma gestão familiar consciente para controlar o orçamento familiar.
Para ajudar mais alguém que ande por aí, ficam então umas dicas de como "orçamentar" o dia-a-dia, o mês e ao fim ao cabo o ano.
# Comece por registar diariamente todas as despesas. Ande sempre com um pequeno bloco na carteira para não se esquecer de anotar todo e qualquer gasto. Mesmo os montantes que parecem insignificantes, vai ver que ao somar... talvez se espante. Aponte quanto e em quê;
# Discriminar onde lhe der mais jeito, seja num programa informático, quer numa simples folha de papel a listagem de despesas mensais fixas como a renda da casa, prestações de outros créditos, custo da luz, da água, gás, transportes ou combustível, da alimentação, telefones fixos ou não e quem tenha filhos os gastos mensais da escola que frequentam, seja na sua alimentação diária, seja em mensalidade escolar. Pôr à parte esta fatia de despesas. O que sobra é o que lhe resta para gastar no mês em outras coisas, há que fazer uma análise muito racional do seu destino;
# Na listagem mensal passámos a ter uma coluna com as despesas anuais, como os custos referentes à revisão do carro, o imposto do automóvel (iuc), imposto municipal sobre o imóvel (imi) e os seguros anuais de saúde e de vida. Faça as contas, confira o montante anual e divida-o pelos meses de salário, 12 ou 14 meses conforme o caso. No fundo, este montante anual é mais uma despesa mensal obrigatória e tente, mas tente mesmo pôr este montante mensal à parte;
Cá em casa, este gesto fez toda a diferença. Eu sei que custa muito... muito, não tenho ilusões, mas com tantos cortes e surpresas governamentais que tem havido... acreditem... deixar de lado esta "fationa" tem sido a nossa bolha de oxigénio, para os meses que estas despess caiem.
# Infelizmente cada vez mais, devido a imprevistos, necessidade ou por má escolha em determinados momentos da nossa vida, acabámos por contrair empréstimos e vários, em várias instituições. Assim, tente renegociá-los em termos de taxas de juro, mas o melhor é mesmo a consolidação de créditos, ou seja juntá-los todos numa única entidade a que se deve. Muitas das vezes poupa-se dinheiro em comissões mensais, pois cada crédito tem as suas e consegue-se melhor taxa de juro mensal num único empréstimo.
Tente nao recorrer a agências que prometem a consolidação facilitada e tal, não se esqueça que quem paga é você! Aqui a comissão está encapotada entre a entidade e a agência e acaba também por pagar o serviço da agência... ninguém trabalha por graça... como é óbvio. Tire dois ou três dias das suas férias para fazê-lo pessoalmente.
# Faça uma lista dos restantes contratos que tem na sua vida e negoceie-os também, como os dos seguros, da tv por cabo, da internet doméstica, tarifários de telemóveis, enfim tudo e qualquer coisa que implique gastos, seja despesa diária, mensal ou anual. Vai ver que aqui também poupa.
# Repense os seus hábitos de compra em todas as áreas da sua vida. Então se o fizer em família, vai ver que será mais fácil para todos terem a real noção de onde e com o quê andam a gastar o dinheiro e em conjunto encontram formas mais razoáveis de reduzir os gastos mensais.
# Quando quiser comprar algo que não faça parte da lista das despesas fixas, pense no que teve de trabalhar para ganhar o preço. Nessa altura, saberá se aquele dinheiro está-lhe a "sair caro".
Espero ter ajudado alguém. A mim este novo fazer as coisas ajudou-nos e muito. Tem outras ideias... partilhe!
(imagem retirada da net)
Chega o tempo de férias e a maioria das pessoas ausenta-se da sua residência habitual, mas o que muitas vezes acontece é termos o frigorífico cheio, ora porque nos esquecemos (!?) que iamos de férias e compramos coisas nos dias anteriores, ou por uma outra razão qualquer e não chegámos a consumir as couves, os tomates e o pacote de leite que teimam em estar ali, quando abrimos a porta do frigorífico.
Assim, e inspirada (entre outras) na revista da Bimby deste mês, deixo aqui aqui algumas dicas para conservar os alimentos, enquanto estamos... lá longe:
# manteiga e margarina para cozinhar depois de abertas, a sua refrigeração não deve ultrapassar as 3 semanas, portanto se se vai ausentar mais tempo, o melhor é congelá-las e podem ficar no congelador 8 meses;
# restos de alimentos cozinhados e/ou restos de sopas já feitas se não tiverem mais de 2 dias, congele-os, e poderá ficar com refeições de emergência para quando voltar;
# leite congele-o em cuvetes de gelo ou sacos de congelação e utilize-o em receitas de bolos, gelados ou batidos;
# pão geralmente se for de dias anteriores, pique-o na picadora e congele para utilizar em panados ou gratinados;
# queijo pessoalmente evito congelar seja qual for o tipo, pois o processo de congelamento interfere no sabor e aroma, e algumas vezes até na consistência. Mas se tiver mesmo que ser pico-o e congelo, e uso depois para fins culinários como os gratinados;
# frutas de polpa e carnudas como maçãs, perâs, pêssego, morangos e até bananas descasco-as e limpo de caroços, e das duas uma, ou corto-as em pedaços ou trituro e congelo. Utilizo-as em receitas de sobremesas, batidos ou gelados;
# frutas sumarentas cá em casa, é certo e direitinho que as transformo em sumo e também congelo;
# ervas frescas como salsa e coentros, pique-as e ponha-as em cuvetes de gelo com água e congele;
# legumes de cor verde tem que se branqueá-los, isto é, antes de congelar, escalda-se os legumes por breves minutos em água a ferver, e depois passa-se imediatamente a seguir por água fria, seca-se com a ajuda de papel absorvente e cá em casa congelo-os em sacos de congelação;
# tomates não os congelo inteiros, porque ficam estranhos. Lavo-os e geralmente trituro-os com casca e pevides, depois é que congelo.Utilizo em refogados ou molhos;
# molhos, merengues, cremes feitos com claras, natas e maionese não devem ser congelados. Geralmente se é maionese ou algum molho caseiro que fiz nos últimos dias, utilizo nas sanduíches e lanchinhos que preparo para a viagem. Não gasto dinheiro pelo caminho em restaurantes e não desperdiço nada;
# legumes para salada como alface e rabanetes, também não devem ser congelados. Aproveita-se para as sanduíches do "caminho";
# ovos crus de maneira nenhuma congela-se. Cá em casa se tenho alguns à beira das férias, cozo ou ficam ovos mexidos para as tais sanduíches.
outras notas: se utilizar folha de alumínio para congelar os alimentos é aconselhável manter o lado brilhante para fora, pois se o frigorífico for aberto, o papel de alumínio reflectirá melhor o calor, mantendo mais tempo o alimento congelado.