O saldo é bastante positivo... até agora. Este meu rapaz esteve, desde os dois anos num colégio particular, fazendo lá o primeiro ciclo. Portanto, esteve estes anos todos numa bolha.
As mudanças na sua vidinha foram sempre muito previsíveis. Para ele e para mim. O meu coração vivia até agora muito mais descansado. A partir desta segunda-feira, esqueçam lá isso, estou sempre a olhar para o relógio e para o telemóvel, não vá o bicharoco ter telefonado e eu não ter ouvido. Pareço uma tonta, sempre a ver o volume do toque do aparelho.
Vamos lá ver, eu sempre aindei em escolas públicas, algumas com boa reputação outras nem tanto. Sobrevivi e vivi. Agora percebo a preocupação constante da minha progenitora. Desculpa lá, qualquer coisinha mãe.
Mas eu fiz o meu percurso escolar, já há muitos anos. As coisas estão diferentes. As pessoas são diferentes. O sistema é diferente. Os valores da comunidade onde estamos inseridos, também esses, são diferentes.
Todavia, tenho a dizer que estou agradavelmente surpreendida. O papão não é assim tão assustador, como pensava e como me contaram.
Fui no primeiro dia a uma reunião colectiva, com a directora de turma e achei a professora genuinamente empenhada na sua função e partilhando até, as nossas preocupações de progenitores ansiosos. Gostei.
Outra coisa que também descobri, é que há uma plataforma informática a nível nacional onde estão informações diárias de algumas das movimentações dos nossos filhos, o Portal GIAE e inclusive os encarregados de educação têm acesso a datas de testes, a faltas dadas pelos educandos. Concluindo é quase um Big Brother, mas daqueles que fazem bem aos corações dos pais. Também gostei.
O título é para o bombástico, mas foi mais ou menos estas palavras que o psicólogo canadiano Gordon Neufeld utilizou na sua intervenção, para captar a atenção dos presentes no Fórum Europeu das Mulheres, em terras portuguesas no ano passado.
Não fui e gostava de ter ido, pois já tinha lido algumas matérias deste psicólogo e no geral concordo com o senhor. Não está cá com floreados. De tudo o que já li dele, os seus pontos são sempre muito directos e objectivos. Gosto da sua praticidade.
Deixo aqui a matéria que saiu no Público que resume os seus pontos de vista e o que trouxe a Portugal.
Cá em casa há uma nova prática. Comer de marmita. Filho Grande não almoça na escola, mas frequenta um OTL e almoça lá, como tal tenho que lhe fazer marmita para levar.
Claro que esta receita é feita cá em casa, sem ser agora por causa da marmita, aliás faz parte do menu semanal caseiro. Mas é daquelas receitas que se adapta muito bem a esta ideia da marmita. Esta receita dá para 4 porções muuuito à vontade.
Ingredientes:
500 gr peito de frango (ou outras partes como gostarem mais) cortados em pedaços
1 cebola pequena ou ½ cebola média picada
azeite e 2 colheres de sopa de margarina para cozinhar (eu gosto do refogado assim)